Seminário 09: Contextos de Formação de professores
Vieira-Abrahão, em "A formação inicial do professor de língua estrangeira: parceria universidade e escola pública", discute sobre a necessidade latente de integrar teoria e prática na formação docente. A autora menciona que as bases legais dos estágios supervisionados, a partir de 2002, englobam: oferecer ao futuro professor a prática em sala de aula, de modo a que possa verificar a realização das competências profissionais que lhe são exigidas e a refletir sobre elas, bem como o vivenciar o contexto de vida escolar criando identidades e compartilhando de um ambiente que o possibilitará construir discursos por meio da vivência. Desse modo, ressalta-se a necessidade de o professor estar inserido em um futuro ambiente de trabalho, o que se mostra vital para sua formação. Além disso, a parceria universidade (representado pelo professor em formação) e a escola (campo do qual o professor em formação deverá retirar o máximo de proveito visando a sua futura prática) pode trazer benefícios não somente para dito professor em formação, mas também e, sobretudo, ao ambiente universitário ao qual também está inserido. Sair da universidade com a finalidade de desenvolver um estágio supervisionado deve despertar no professor em formação o entendimento para a sua importância. Ele é capaz de estabelecer um elo entre a universidade e a escola. O estagiário tem o potencial de vivenciar e levantar questões a serem refletidas com o grupo e com os professores da universidade. Com isso, a observação e as reflexões não ficam restritas somente à uma só pessoa, mas sim a um grupo e aos professores universitários que muitas vezes não sabem, exatamente, a situação escolar com que se deparam seus alunos. Assim, uma maneira interessante de compartilhar tais reflexões seria a formação de comunidades de prática, as quais envolveriam professores, coordenadores e alunos, em que todos trabalhariam juntos de modo que os resultados, as observações e as reflexões beneficiassem a todos.
Singh e Richards também o afirmam em seu texto "Teaching and Learning in the Course Room". Para esses autores, a necessidade de um engajamento, que inclui aspectos de afetividade, de bem-estar em sala de aula, é tida como axiomática. Isso porque a aprendizagem deve ser vista como uma prática social situada, na qual o professor desenvolve sua identidade, sempre de maneira co-construída. Por tal motivo é que a aprendizagem, desde uma perspectiva social situada, pode ser conceituada como uma "comunidade de prática" emergente, na qual o conhecimento é construído e distribuído na comunidade e não possuído por um só sujeito.Além disso, Singh e Richards também ressaltam a importância da valorização da prática do formador. Deve haver, segundo os autores, um equilíbrio entre o conhecimento teórico e o conhecimento prático.
Vieira-Abrahão, em "A formação inicial do professor de língua estrangeira: parceria universidade e escola pública", discute sobre a necessidade latente de integrar teoria e prática na formação docente. A autora menciona que as bases legais dos estágios supervisionados, a partir de 2002, englobam: oferecer ao futuro professor a prática em sala de aula, de modo a que possa verificar a realização das competências profissionais que lhe são exigidas e a refletir sobre elas, bem como o vivenciar o contexto de vida escolar criando identidades e compartilhando de um ambiente que o possibilitará construir discursos por meio da vivência. Desse modo, ressalta-se a necessidade de o professor estar inserido em um futuro ambiente de trabalho, o que se mostra vital para sua formação. Além disso, a parceria universidade (representado pelo professor em formação) e a escola (campo do qual o professor em formação deverá retirar o máximo de proveito visando a sua futura prática) pode trazer benefícios não somente para dito professor em formação, mas também e, sobretudo, ao ambiente universitário ao qual também está inserido. Sair da universidade com a finalidade de desenvolver um estágio supervisionado deve despertar no professor em formação o entendimento para a sua importância. Ele é capaz de estabelecer um elo entre a universidade e a escola. O estagiário tem o potencial de vivenciar e levantar questões a serem refletidas com o grupo e com os professores da universidade. Com isso, a observação e as reflexões não ficam restritas somente à uma só pessoa, mas sim a um grupo e aos professores universitários que muitas vezes não sabem, exatamente, a situação escolar com que se deparam seus alunos. Assim, uma maneira interessante de compartilhar tais reflexões seria a formação de comunidades de prática, as quais envolveriam professores, coordenadores e alunos, em que todos trabalhariam juntos de modo que os resultados, as observações e as reflexões beneficiassem a todos.
Singh e Richards também o afirmam em seu texto "Teaching and Learning in the Course Room". Para esses autores, a necessidade de um engajamento, que inclui aspectos de afetividade, de bem-estar em sala de aula, é tida como axiomática. Isso porque a aprendizagem deve ser vista como uma prática social situada, na qual o professor desenvolve sua identidade, sempre de maneira co-construída. Por tal motivo é que a aprendizagem, desde uma perspectiva social situada, pode ser conceituada como uma "comunidade de prática" emergente, na qual o conhecimento é construído e distribuído na comunidade e não possuído por um só sujeito.Além disso, Singh e Richards também ressaltam a importância da valorização da prática do formador. Deve haver, segundo os autores, um equilíbrio entre o conhecimento teórico e o conhecimento prático.